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EMPREGABILIDADE É A PALAVRA CHAVE

Emprego é um conceito que surgiu em paralelo com a Revolução Industrial e representa a relação entre homens que vendem sua força de trabalho por alguma remuneração, e homens que compram essa força de trabalho pagando algo em troca

Como resultado das transformações e dos novos paradigmas no mercado de trabalho, a concepção de emprego está em "check". Em sua proposta pedagógica e como base de cursos técnicos do Rosa encontramos o termo empregabilidade que é um conceito simples mas de grande amplitude, definida como a capacidade de expandir alternativas de trabalho e remuneração através da atualização das qualificações profissionais de um indivíduo, sem a preocupação com vínculo empregatício (Case, Franciatto, 1997, p. X.) .


Para a Escola Prof. Luiz Rosa a condição de ser "empregável" está diretamente ligada à capacidade de oferecer e obter oportunidades de trabalho a partir suas habilidades e competências intencionalmente desenvolvidas por meio de educação e treinamentos sintonizados com as necessidades do mercado de trabalho" (Minarelli, 1995, p.11).


Uma coisa é ter um emprego que pode até estar estagnado e não oferecer contentamento, satisfação ou remuneração compatível às necessidades do indivíduo. Outra, completamente diferente, é ter as qualificações necessárias para viver esse novo paradigma de forma saudável e lucrativa.
Assim, o significado da palavra trabalho e o entendimento do que significa empregabilidade é, ao mesmo tempo, cristalino e turvo. Pode representar, para alguns, a expressão do potencial e oportunidade de viver livremente as escolhas profissionais, com competência e garantindo a própria sobrevivência. Para outros, representa a insegurança, o medo e a busca permanente de trabalho para sua simples sobrevivência.

Quanto mais aumenta o nível da competitividade e, porque não dizer, a histeria corporativa, mais as questões relativas à capacidade de enfrentar e conviver com altos níveis de pressão tornam-se evidentes.

Conviver cotidianamente com este nível de pressão não requer apenas intelecto relevante, mas, condições físicas e mentais pra lá de saudáveis. As maiores causas de afastamentos a partir do nível gerencial se devem a transtornos psicológicos, muitos deles potencializados pelo estresse negativo oriundo dos níveis crescentes de pressão e da falta de uma disciplina que permita crescimento na carreira associado à qualidade de vida.

Segundo Carlos Hilsdorf (http://www.artigonal.com), o assunto é extremamente dinâmico e a lista de pré-requisitos necessários para ser desejado pelo mercado cresce e se modifica continuamente. As chamadas competências essenciais vão se tornando mais amplas e mais complexas.


Para o Rosa, o capital emocional e o capital ético de nossos alunos são os verdadeiros valores a serem trabalhados



Há algum tempo o capital intelectual era uma vantagem competitiva por excelência. Hoje, sem a presença do capital emocional e do capital ético, apenas para citar duas concepções vigentes, o capital intelectual não garante a contratação e permanência no mercado de trabalho.

O conceito de empregabilidade é extremamente simples, resume-se nas respostas às seguintes perguntas:

  • 1. Quanto a sua bagagem pessoal e profissional é interessante para o mercado?
  • 2. Que "diferenciais nobres" você possui quando comparado a outros profissionais com uma formação e trajetória parecidas com a sua?
  • 3. Quais as razões que justificam o desejo de uma empresa em ter você como parte do capital estratégico/competitivo da organização?
  • 4. O quanto a sua história de vida e de carreira falam mais alto que seu currículo.

Acreditamos que seus diferenciais nobres são aqueles que estão tão associados ao seu ser, e que se tornam difíceis de serem copiados por seus pares: sua personalidade, seu caráter e o seu comportamento estão entre elas. Habilidades treináveis são facilmente copiadas. Diferenciais nobres são os verdadeiros diferenciais.