| Escolas não são todas iguais |

Conhecer as escolas, suas propostas e a educação que se quer, fugindo do senso comum e do tradicionalismo, é o melhor caminho. Clique aqui para ler o texto do Prof. Fernando Leme do Prado, Doutor em Educação (PUC-SP).


O Rosa acredita que a função primordial de uma escola é formar cidadãos que
sejam capazes de orientar suas vidas e suas carreiras de forma equilibrada e feliz.


Hoje, o perfil profissional passa por características pessoais que permitem aprender continuamente e aplicar esse conhecimento para resolver problemas, criar e inovar. Assim como sua capacidade de alcançar metas, agregar valor e obter excelência ao trabalho executado. Esta noção de competência orienta a estratégia de contratação e qualificação, determina a remuneração dos trabalhadores e é decisiva no perfil empreendedor, motivado pela auto-realização, pelo desejo de assumir responsabilidades e ser independente.

EMPREGABILIDADE É A PALAVRA CHAVE

Empregabilidade é muito mais que a capacidade de conseguir um emprego e manter-se nele. É um diferencial, que permite expandir alternativas de trabalho e remuneração através da atualização constante das qualificações profissionais de um indivíduo, sem a preocupação com vínculo empregatício (Case, Franciatto, 1997, p. X.).

Uma coisa é ter um emprego, que pode até estar estagnado e acompanhado da insegurança, do medo e da busca permanente da simples sobrevivência. Outra coisa, completamente diferente, é ter as qualificações necessárias para viver, livremente e de forma saudável e lucrativa as escolhas profissionais nesses novos paradigmas do século XXI.


Para o Rosa, o capital emocional e o capital ético de nossos alunos são os verdadeiros valores a serem trabalhados


Hoje, sem a presença do capital emocional e do capital ético, apenas para citar duas concepções vigentes, o capital intelectual não garante a contratação e permanência no mercado de trabalho.

O conceito de empregabilidade é extremamente simples. Resume-se nas respostas às seguintes perguntas:

  • 1. O quanto sua bagagem pessoal e profissional é interessante para o mercado de trabalho?
  • 2. Diferenciais nobres são aqueles que estão tão associados ao seu ser, que se tornam difíceis de serem copiados por seus pares: sua personalidade, seu caráter e o seu comportamento estão entre elas. Que “diferenciais nobres” você possui quando comparado a outros profissionais com uma formação e trajetória parecidas com a sua?
  • 3. Quais as razões que justificam o desejo de uma empresa em ter você como parte do capital estratégico/competitivo da organização?
  • 4. O quanto a sua história de vida e de carreira falam mais alto que seu currículo.

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